Como ter um relacionamento saudável

Há quem diga que para ter sucesso em um relacionamento é fundamental que ambos estejam olhando para uma mesma direção.

Eu prefiro dizer que o grande segredo de tudo é aprender a olhar um para o outro.

É entender que para ser feliz em um relacionamento você precisa, primeiro, se desprender de suas próprias crenças para enxergar o mundo através dos olhos de um outro alguém.

E, então, talvez você descubra um universo que, como se uma venda lhe fosse retirada dos olhos, te apresentará a vida sobre uma perspectiva muito mais interessante.

Para nos relacionarmos, precisamos aprender a deixar de lado a ingênua certeza de que nossa forma de pensar e agir é a correta, e que é o outro que precisa mudar.

Precisamos deixar de lado a necessidade de estarmos certas, para aprender com o outro a ser alguém melhor.

Reconhecer no outro qualidades e defeitos sem julgá-los é aceitar que o outro não precisa ser perfeito porque, na verdade, nenhum de nós é.

Talvez você não imagine o poder transformador que existe por trás desse comportamento.

Mas a verdade é que precisamos aprender a aceitar que aquilo que o outro nos dá é o melhor que ele tem para nos oferecer naquele instante.

Talvez você possa ajudá-lo a melhorar e eu acredito que, de fato, somos capazes de ensinar ao outro hábitos e crenças que o transformarão em pessoas melhores.

Mas o fato é que precisamos desistir da ideia de que podemos impor mudanças que ainda não fazem sentido para o outro

Aprender a respeitar o tempo do outro, aliás, é essencial para qualquer forma de relacionamento.

Quando ambos se comprometem a ser gentis um com o outro, e com tudo o que ele tem para oferecer, é que se descobre o real significado do relacionamento

Saber apresentar suas necessidades ao outro sem invadir seu espaço é, eu diria, o segredo que há algum tempo buscávamos descobrir para ter um relacionamento feliz e duradouro.

Ter um relacionamento saudável é, antes de qualquer coisa, a arte de perceber o outro.

Perceber suas limitações. Suas angústias. Seus medos. Suas necessidades.

E, então, se adaptar a um novo modo de ser, um modo que faz com que seus mundos se encaixem e se encontrem mesmo em meio a uma tempestade.

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