Quem nunca se sentiu perdida de si mesma? Para quem deseja encontrar a sua própria verdade!

Quem nunca se sentiu pressionado a fazer o vestibular, porque, afinal, esse deve ser o próximo passo de alguém que quer crescer na vida, e acabou com verdadeiras crises de ansiedade e de identidade?

Quem nunca se viu impelido a ter determinados comportamentos por achar que assim, e APENAS ASSIM, seria aceito, amado e respeitado por todos?

Quem nunca disse SIM, querendo dizer NÃO? Quem nunca disse não para a única coisa que realmente faria sentido para si, em prol de um outro alguém?

Quem nunca se sentiu perdido de si mesmo diante de uma infinidade de papéis sociais que assumiu, ou que se viu assumindo, mesmo que sem querer?

Quem nunca sentiu viver uma vida de mentira, mesmo cumprindo todo o protocolo de uma vida realmente feliz?

Se esses questionamentos fizeram sentido para você, eu te pergunto: Qual é a sua verdade?

Quando você olha para o espelho, quem é você, de verdade?

Você, aliás, já se fez, alguma vez na vida, essa pergunta?

Será que você tem vivido a sua vida, ou a vida que outras pessoas sonharam para você?

O que é essencial, o que é realmente importante para você?

Se você pudesse desempenhar perfeitamente apenas dois ou três papéis na sua vida, quais seriam esses papéis?

O fato é que o que é bom para você, talvez, não seja o ideal para mim, e é fundamental entendermos que está tudo bem.

Está tudo bem se, aos 30 anos, você ainda não encontrou o seu parceiro ideal. Quem foi que disse que você precisa se casar para se sentir completa, feliz e realizada?

Está tudo bem se, aos 30 anos, você ainda não se encontrou profissionalmente.

Porque você acredita ser impossível começar uma nova carreira agora? Quem disse que existe idade certa para começar a ser você mesma?

A maternidade pode ser o sonho de muitas, mas, talvez, não seja o seu. E, de verdade, qual é o problema disso? É, de fato, um ato de muito amor ao próximo e a si mesmo não assumir um papel que, na realidade, você não se vê exercendo com maestria.

E se o seu sonho for ser mãe? Porque você acredita que precisaria abdicar de todo o resto?

Nós apenas precisamos aprender a eliminar de nossas vidas aquilo que não é essencial para, assim, poder escolher, e de fato viver a nossa verdade.

Talvez, você goste de passar seus dias de folga na companhia de um bom livro, que te eleve e te leve para longe de tudo. Ou, quem sabe, você prefira sair para curtir a noite com amigos em uma balada ou um barzinho.

Talvez, você prefira ouvir música clássica. Ou, quem sabe, assistir as novelas da globo. Ou, ambos.

Talvez, você prefira ficar mais próximo à sua família e, por isso, não tenha aceitado aquela oportunidade de emprego que, aparentemente seria ideal. Ou, talvez, tenha largado para trás toda a estabilidade para ir em busca de uma nova experiência profissional.

E, o que eu quero deixar claro aqui é que, não importa o que seja essencial para você, não é isso que definirá o seu sucesso.

Mas importa muito que você saiba diferenciá-lo do que não lhe traduz.

Quando assumimos compromissos com base naquilo que é essencial em nós (e para nós), a vida fica mais leve, mais alegre e mais real. A vida ganha sentido, e nos sentimos, assim, completos.

Toda a angústia e o medo do próximo passo perde a razão de existir quando, de fato, sabemos exatamente para onde devemos ir.

Quando entendemos o que, de fato, é prioridade em nossa vida, fica mais fácil decidir o que fazer e, principalmente, o que deve ser deixado para depois, ou para nunca mais.

Então, eu te pergunto, qual é a parte da sua vida que não lhe parece real?

O que você pode eliminar da sua vida para poder, enfim, vivenciar com plenitude o que realmente importa para você?

 

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